Romãozinho reinava na Xara e a balbúrdia das moto-serras em reservas,
sinfonias para embalar madeireiros amigos do rei, sob o manto da lei cega
quando quer e censura quando convém. A obscuridade que insiste em não dissipar,
entre densa e fria névoa, tímidos lampejos de sensatez, permeando tempos
sombrios, em meio aos confetes da insanidade! Cenário de terra arrasada, frente
à histeria da ignorância coletiva, a outrora esférica, agora planificada,
quadrada como muitos de seus habitantes, beócios em êxtase e seus pares
encangados, numa marcha fúnebre da ciência.
Marcos Manoel Ferreira nasceu aos 23 dias de abril de 1968, na cidade de
Goiânia, Goiás. Pedagogo, pela
Universidade Federal de Goiás (UFG), com
Habilitação em História da Educação
Brasileira; Historiador, pelo Claretiano Centro Universitário, Pós-Graduado Especialista em História e Cultura Afro-brasileira e Africana; Mestrando em
História – Cultura, Religião e Sociedade – pela Universidade Estadual de Goiás (UEG). Professor, poeta, escritor e
palhaço voluntário de hospital. Colabora com artigos de opinião, poesias e
crônicas nos jornais Diário da Manhã,
Jornal Opinião Goiás e Folha de Caiapônia. “FLORES E ODORES”, poesias
líricas, políticas e críticas, publicado em 2017 (1ª. Edição), 2019 (2ª.
Edição) foi seu sexto livro. O primeiro “DESPERTAR”, poesias diversas, 1999; o
segundo, “FRAGMENTOS”, artigos de
opinião e crônicas, publicados em alguns jornais da capital, 2011; o terceiro,
“ELZA”, poesias líricas, 2013; o quarto, “O MUNDO EM FOCO” – Um breve olhar
sobre os séculos XX e XXI, atualidades, didático, 2013 1ª. e 2ª. edições; 2014
3ª. e 4ª. edições; sendo a 5ª. edição em
2015 e o quinto, “HONORÁVEIS CANALHAS”, poesias políticas, críticas, em 2015.
Vencedor do 2º. Concurso Literário Deriva, 2018.
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