Será que verei um dia? O político não aceitar propina, por suas convicções morais?
Será que verei um dia? O cidadão não ter receio da polícia, diante da truculência, com sinônimo de eficiência e autoridade?
Será que verei um dia? A justiça míope não ignorar a injustiça?
Será que verei um dia? Os governantes preocuparem mais com o bem comum, que se orgulharem da própria honestidade?
Será que verei um dia? A violência ser menos dolorosa que a fome?
Será que verei um dia? A miséria ser apenas uma amarga lembrança?
Será que verei um dia? Todos os sonhos do mundo, encontrarem no real, seu lugar?
Será que verei um dia? A saudade não ser mais dor incômoda, daquelas que não vai embora?
Será que verei um dia? O embargo contra o povo cubano, ser menos covarde do que os equivocados que o defendem?
Será que verei um dia? À direita e a esquerda, lutando pelos miseráveis, com menos discursos e mais ações?
Será que verei um dia? As minorias massacradas e marginalizadas, sendo respeitadas pelo que são e não, pelo que os beócios querem que sejam?
Será que verei um dia? O combate à violência doméstica, ser mais discutida que qualquer religião?
Viva o dia, em que o “mundo melhor”, dependerá apenas das ações dos subversivos que pensam e, não, das intenções dos hipócritas e canalhas, que sempre ousam sem nenhum constrangimento! Ainda, que de cabelos grisalhos ou sem eles!
Marcos Manoel Ferreira nasceu aos 23 dias de abril de 1968, na cidade de
Goiânia, Goiás. Pedagogo, pela
Universidade Federal de Goiás, com Habilitação
em História da Educação Brasileira; Historiador, pelo Centro Universitário
Claretiano, Pós-Graduando em Docência do
Ensino Superior. Professor, poeta, escritor, coordenador pedagógico,
recreador infantil e palhaço voluntário de hospital. Escreve artigos de opinião
e crônicas nos jornais Diário da Manhã
e Jornal Opinião Goiás. “FLORES E ODORES”, poesias líricas, políticas e
críticas, publicado em 2017 (1ª. Edição), 2018 (2ª. Edição) foi seu sexto
livro. O primeiro “DESPERTAR”, poesias diversas, 1999; o segundo, “FRAGMENTOS”, artigos de opinião e
crônicas, publicados em alguns jornais da capital, 2011; o terceiro, “ELZA”,
poesias líricas, 2013; o quarto, “O MUNDO EM FOCO” – Um breve olhar sobre os
séculos XX e XXI, atualidades, didático, 2013 1ª. e 2ª. edições; 2014 3ª. e 4ª. edições; sendo a 5ª. edição em 2015 e o
quinto, “HONORÁVEIS CANALHAS”, poesias políticas, críticas, em 2015. Vencedor
do 2º. Concurso Literário Deriva, 2018.
Maravilhoso!
ResponderExcluirMaravilhoso!
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