Goiás, progresso, orgulho da Nação
Coração do Brasil,
bicheiro molhando a mão
Tucanos de rapina
E a estrela cadente
matutina
Coxinhas e mortadelas
Juntos dividem a mesma
cela
O grito velado, “liberdade” de expressão,
“Políticos honrados” disfarçados de ladrão
A parvoíce do eleitor que detesta eleição
Mais sabe tudo de BBB e escala a seleção
Turvas “Cachoeiras” e suas cascatas
Propinas e presentes na calada
O Parlamento e o menu:
pizza com marmelada
Pacóvios, “honoráveis
bandidos”, aviões
“Cachoeira”, Ali Babá e centenas de ladrões
O erário, os ratos e os “Anões”
Alianças espúrias, Governo e figurões
Democracia de festim
E Senador chamando bicheiro de paim
Judiciário míope, justiça cara, cobram até o rim
E para corruptos, a toga se curva até o fim
Lavando a alma no fétido “Delta” do Meiaponte
Que corre por palácios em corredeiras
A eficiência policial contra manifestantes
E a cúpula controlada por meliantes
Os néscios de fardas e ternos engravatados
Acobertando criminosos e seus pares bastardos
Professores, trabalhadores e a truculência da GCM
É o tinir das ferraduras, disfarçada de gente!
Marcos Manoel Ferreira nasceu aos 23 dias de abril de 1968, na cidade de
Goiânia, Goiás. Pedagogo, pela
Universidade Federal de Goiás, com Habilitação
em História da Educação Brasileira; Historiador, pelo Centro Universitário
Claretiano, Pós-Graduando em Docência do
Ensino Superior. Professor, poeta, escritor, coordenador pedagógico,
recreador infantil e palhaço voluntário de hospital. Escreve artigos de opinião
e crônicas nos jornais Diário da Manhã
e Jornal Opinião Goiás. “FLORES E ODORES”, poesias líricas, políticas e
críticas, publicado em 2017 (1ª. Edição), 2018 (2ª. Edição) foi seu sexto
livro. O primeiro “DESPERTAR”, poesias diversas, 1999; o segundo, “FRAGMENTOS”, artigos de opinião e
crônicas, publicados em alguns jornais da capital, 2011; o terceiro, “ELZA”,
poesias líricas, 2013; o quarto, “O MUNDO EM FOCO” – Um breve olhar sobre os
séculos XX e XXI, atualidades, didático, 2013 1ª. e 2ª. edições; 2014 3ª. e 4ª. edições; sendo a 5ª. edição em 2015 e o
quinto, “HONORÁVEIS CANALHAS”, poesias políticas, críticas, em 2015. Vencedor
do 2º. Concurso Literário Deriva, 2018.
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